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Em um ano, cesta básica dos paraenses reduz 13 porcento, diz Dieese-PA

06/01/2018

 

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA), de janeiro a dezembro de 2017, a cesta básica dos paraenses teve uma queda de 13,16%. Apesar da redução de preço, no balanço nacional, a capital paraense está entre as 13 cidades mais caras do país em alimentação básica. Em dezembro do ano passado, o custo médio dos alimentos essenciais foi de R$356,67, o que representou um recuo de 0,58% em relação ao mês de novembro de 2017. 

Das 21 das capitais pesquisadas em dezembro de 2017, 14 apresentaram redução de preço, enquanto que sete registraram um aumento. No Pará, a queda foi destaque em produtos como o café, com redução de 2,94%, seguido do feijão, com 2,55%, arroz, com queda de 1,36%, açúcar, com recuo de 2,94% e manteira, com 0,98%. Segundo o levantamento, para comprar 12 itens da cesta básica, o trabalhador paraense comprometeu 41,38% do salário mínimo de 2017, fixado em R$937.

Já para um família composta por dois adultos e duas crianças, o custo médio de uma cesta básica seria de R$1.070,01, informou o Dieese-PA, o que representa R$116,01 a mais do que o atual salário mínimo de R$954. Para o departamento, um salário mínimo satisfatório para atender a demanda de uma família deveria ter sido fixado em R$3.585,05, levando em consideração o preceito constitucional de que o valor deva suprir necessidades como alimentação, educação, moradia, saúde, vestuário, higiene, transporte e previdência. 

Fonte: ORM

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