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Febre amarela provocou 10 mortes em oito anos no Estado

19/01/2018

 

O número de casos suspeitos e confirmados de febre amarela tem aumentado no Brasil desde o ano passado, quando 266 pessoas morreram até o dia 1º de agosto. No Pará, no período de 2010 a 2017, foram confirmados 20 casos da doença, com dez mortes. No ano passado, a febre amarela foi diagnosticada em onze pessoas no Pará, quatro deles em Alenquer, com três mortes; dois em Monte Alegre, com uma morte; um em Juruti, um em Óbidos; um em Aveiro (com óbito); um em Bagre (com óbito) e um em Oeiras (com óbito). Os números da doenças foram divulgados pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém.

Em 2016, houve um caso da doença (com cura), em Monte Alegre. Em 2015, a febre amarela foi diagnosticada em três pessoas, nos municípios de Afuá (com cura), Gurupá (com cura) e Brejo Grande (com óbito).  Em 2014, houve um caso, com cura. Em 2013, também só foi confirmado um caso da doença, com cura. Em 2012, não houve nenhum registro de febre amarela. Em 2011, foram dois casos, com um óbito. E em 2010, um caso com óbito.

O Pará não registrou nenhum caso da doença em macacos este ano. Em 2017, no entanto, do total de 434 macacos que foram a óbito, 20 morreram com diagnóstico confirmado para febre amarela, oriundos dos seguintes municípios: Alenquer (um), Belém (um), Concórdia do Pará (um), Curuçá (um), Marituba (um), Monte Alegre (dois), Novo Repartimento (um), Oriximiná (três), Óbidos (um), Piçarra (um), Placas (um), Rurópolis (três), Santarém (dois) e Tucuruí (um).  

Em 2015 e em 2016 não ocorreram mortes de primatas por febre amarela. Ocorrências anteriores a 2015 registram que houve a suspeita da doença ter matado um primata na ilha do Combu, em Belém, mas exames descartaram a infecção pelo vírus amarílico. Em 2014, não houve nenhum caso confirmado de óbito de primatas.

Em relação à imunização contra a doença, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou que o Pará, assim como os demais Estados da Região Norte, não adota o esquema fracionado de vacinação contra a doença por estar em área endêmica, de intensas matas.

A única forma de evitar a febre amarela silvestre é a imunização. A vacina é gratuita e está disponível nas unidades básicas de saúde em qualquer época do ano. Ela deve ser aplicada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença, como matas e zonas rurais. Pode ser aplicada a partir dos 9 meses de idade e é válida por 10 anos. A vacina é contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos (pessoas com o sistema imunológico debilitado) e pessoas alérgicas a gema de ovo.

A vacinação também é indicada para todas as pessoas que vivem em áreas de risco para a doença e onde há casos da doença em humanos ou circulação do vírus entre animais (macacos).

Outra determinação do Ministério da Saúde diz respeito à orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que desaconselha os viajantes internacionais a receber a vacina fracionada, recomendada apenas para gestantes, crianças de nove meses a menores de dois anos e indivíduos com condições clínicas especiais.

Fonte: ORM

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